Você foca realmente no que faz bem

Olá professor!!

 

Recentemente estive na Disney e como não podia deixar de ser lembrei de você.

 

Lembrei também do mestre Ariano Suassuna, que em um de seus causos contou certa vez que em um jantar conheceu uma senhora que dividia o mundo entre pessoas que conheciam a Disney e as que não conheciam. Nem preciso comentar o quanto o autor (e eu também) achou ridícula a divisão feita por tal senhora.

 

Mas o fato é que a Disney é realmente encantadora, no sentido literal da palavra. Ela foi pensada, criada e desenvolvida para encantar todos os que a conhecerem, e sem dúvida é uma das empresas mais lembradas em todo o mundo.

 

Durante minha estada por lá pensei em tudo que poderia compartilhar com você. Pensei em falar, por exemplo,  da trajetória do empreendedor Walt Disney, na forma Disney de surpreender o cliente ou na preocupação com os mínimos detalhes. O certo é que há espaço para falar de muitas coisas que podemos tomar como lição em nossas vidas, não é à toa que existem centenas de artigos, livros e filmes falando desta maravilhosa empresa.

 

Como empreendedor o que mais me chamou atenção sem dúvida nenhuma foi a eficiência da empresa, do estacionamento na chegada ao trem que conduzia o público na partida. Tudo foi feito para funcionar perfeitamente bem. Além disso, o parque inteiro foi pensado em atender da melhor forma possível o cliente, dos mais variados lugares do mundo.

 

Embora tenha sido isso que tenha me marcado, a passagem que gostaria de compartilhar neste artigo não presenciei lá, mas em um filme disponível na Netflix, “Walt Before Mickey”. Antes da viagem resolvi fazer uma pequena imersão na vida do Walt Disney, li vários artigos e assisti a alguns documentários e filmes. No filme existe uma passagem em particular que me marcou bastante.

 

Antes de continuar lendo, tenha cuidado, o texto contem spoiler.

 

O filme “Walt Before Mickey” (Walt Disney antes do Mickey) trata do momento em que Walt Disney retorna da primeira guerra mundial, quando trabalhou como motorista de ambulância por um ano, até o início do seu sucesso e a criação do seu personagem principal, o Mickey.

 

Nesse meio tempo Walt Disney passou por extremas dificuldades  financeiras, fome e desemprego. Mas em certo momento do filme pareceu que tudo estava se encaixando, tudo dando certo, e é ele mesmo que tem a clareza do que passou a fazer diferente. Durante boa parte do filme Walt Disney abriu empresas, contratou funcionários, fechou contratos (bem mal rs) e criou personagens.

 

Se identificou de alguma forma?

 

Já se sentiu assim? Jogando em todas as posições do campo?

 

Foi quando ele chamou seu irmão para ser sócio, Roy Disney. A partir desse momento,Disney passou a se dedicar exclusivamente à criação, deixou toda a parte burocrática, digamos assim, para seu irmão.

Foi nessa fase onde ele obteve maior sucesso, criou mais e trouxe mais oportunidades para a empresa.

 

A lição que tiro dessa história é bem clara: Quanto mais pudermos nos dedicar ao que realmente fazemos bem, mais sucesso teremos. Sem dúvida é um ciclo virtuoso.

Na Proluno isso se cristalizou várias vezes. No início fazia praticamente tudo sozinho, fora a programação do site, todo o resto era comigo, falar com professor, com aluno, elaborar arte para o instagram, escrever e-mails, reuniões, pensar em produtos, pagamentos, etc, tudo passava pelas minhas mãos.

 

Mas quando pude contratar a primeira pessoa tudo começou a andar mais rápido. Dividi as tarefas e fiquei com as que fazia melhor, por exemplo, conversar com professores.

 

E como disse, isso aconteceu também quando da contratação de outros funcionários e da aceitação da proposta de sócios.

Se você está lendo esse artigo pode ter certeza que foi por que decidi me dedicar cada vez mais no que me considero melhor, escrever por exemplo.

 

E creio fortemente que a Proluno também faz isso por muitos professores. Ao tirar do professor a obrigatoriedade de editar vídeos, elaborar banners, escrever e-mail para divulgar os produtos, responder alunos no chat, lidar com operadoras de cartão, e dezenas de outras “pequenas” atividades, liberamos espaço para o Professor fazer o que sabe de melhor: Ensinar.

 

Ensinar pressupõe estudar, preparar aulas, gravar, estudar mais ainda, refinar seu material. É uma rotina de constante aprimoramento, e isso só é possível se o professor tiver tempo suficiente para se dedicar a sua maestria.

 

Bem, espero que essa mensagem tenha contribuído de alguma forma com sua jornada.

Continuo por aqui para receber seu feedback e ajudar no que for preciso.

 

Grande abraço.

Roniere Miranda

 

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